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Aprenda a ser dono do próprio dinheiro e desenvolva técnicas para multiplicá-lo.

Engana-se quem acredita que uma boa gestão financeira pessoal é simplesmente poder pagar as contas em dia, planejar as férias de fim de ano ou comprar um celular de última geração.

A real gestão financeira exige muito mais do que isso, estando mais relacionada com planejamento, organização e administração inteligente do tempo e do dinheiro.

Desse modo, trilhar esse caminho exige sabedoria e estudos na área.

“Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros” (Benjamin Franklin)

 Assim, de acordo com a citação de Benjamin Franklin, pode-se dizer que investir em conhecimento sobre educação financeira traz muito mais lucro do que investir na bolsa de valores sem instrução.

Por isso, preparamos essa lista com 5 livros que vão te guiar, passo a passo, para a autonomia financeira, abrangendo desde o planejamento e as economias, até as técnicas para ficar rico.

1. Como Organizar Sua Vida Financeira – Gustavo Cerbasi

 

Saber como organizar seus gastos e lucros é o principal pilar para uma boa gestão financeira. Esse é o tema abordado no livro “Como Organizar Sua Vida Financeira”, escrito por Gustavo Cerbasi, autor considerado grande referência no tema.

Na obra, Gustavo se propõe a ensinar cidadãos comuns a desenvolver sua inteligência financeira, sem ajuda de um consultor, e tudo isso por meio do autoconhecimento das despesas familiares.

Assim, o livro apresenta a diferença entre os gastos básicos, mais frequentes, e os gastos eventuais, de modo que fique mais fácil a realização e prática de um orçamento mensal.

Dessa forma, essa recomendação de leitura é essencial tanto para quem está buscando sair do sufoco quanto para aqueles que querem começar a investir na Bolsa, pois o primeiro passo para tudo, é a educação financeira.

Como Organizar Sua Vida Financeira - Gustavo Cerbasi

2. Me Poupe! – Nathalia Arcuri

O livro “Me Poupe!”, escrito por Nathalia Arcuri ensina que além de aprender como planejar um orçamento, entender como poupar dinheiro sem passar nenhum tipo de vontade faz parte da trilha do conhecimento das finanças pessoais.

Dessa forma, a autora afirma que independente da situação, sempre há uma forma de fazer economias, o que ela ensina através de 10 etapas simples, desmistificadas nos 11 capítulos de sua obra.

Dentre as principais técnicas contidas no livro, há quatro passos cruciais para a liberdade financeira, sendo eles, se conscientizar sobre a mudança de hábitos, aprender a controlar as finanças por meio de metas, aprender a dividir em percentual tudo que ganha e entender como funcionam os investimentos.

Guiado pela mudança de atitude apresentada por Nathalia é possível enxergar as finanças de uma nova maneira, fazendo com que o dinheiro deixe de ser um inimigo e passe a trabalhar para você.

Me Poupe! - Nathalia Arcuri

3. Nunca Mais Fique Sem Dinheiro – Jesse Mecham

Chegar ao fim do mês com a conta bancária no azul é um sonho do qual muitas pessoas compartilham. Mas, muitos ainda passam o mês contando centavos, uma insegurança geradora de estresse e problemas de saúde.

A leitura de “Nunca Mais Fique Sem Dinheiro” te guia na descoberta das mágicas que o bom gerenciamento do dinheiro pode fazer, para que você passe a levar a vida da maneira que sempre quis, com a tranquilidade que merece ter.

O autor Jesse Mecham se propõe a ensinar como deve ser a criação de um sistema funcional de tomada de decisões e de uma nova mentalidade, para que as pessoas possam realizar aqueles sonhos que até então não haviam saído do papel.

A proposta é bem fácil, e se baseia em quatro regras primordiais que devem ser feitas sucessivamente, sendo elas, estabelecer as prioridades da sua vida, definir metas, redefini-las ao longo da jornada e, por fim, chegar ao final do mês com o saldo positivo.

Nunca Mais Fique Sem Dinheiro - Jesse Mecham

4. Pai Rico, Pai Pobre – Robert Kiyosaki

A nossa quarta recomendação de leitura, “Pai Rico, Pai Pobre”, vai mostrar como a ambição tem o papel de projetar um pensamento de crescimento. Robert Kiyosaki busca, com isso, não só ensinar como ser financeiramente independente, mas também, a como se tornar rico.

Por meio das dicas de educação financeira contidas no livro, é possível entender a importância da aprendizagem de temas como investimento, contabilidade e empreendedorismo desde a infância.

O ponto principal levantado pelo autor é a “alfabetização financeira”, sendo essa a compreensão de termos como passivo, algo que põe dinheiro no bolso, ativo, algo que tira esse dinheiro do bolso, e fluxo de caixa, o ciclo de entrada e saída de dinheiro. Temas que não são abrangidos pela educação tradicional.

Assim, a leitura dessa obra se torna um grande investimento que você pode fazer em si mesmo.

Pai Rico, Pai Pobre - Robert T. Kiyosaki

5. Financial Freedom – Grant Sabatier

 

Financial Freedom”, termo que em português tem por tradução liberdade financeira, é o nome do livro de Grant Sabatier que mostra o caminho para o desafio da autonomia financeira.

A obra é baseada em um relato do próprio autor que em um período de 5 anos saiu de US$2,26 de saldo na conta bancária, quando perdeu seu emprego, para US$1,25 milhões, se tornando especialista em finanças.

Grant Sabatier diz que uma das funções de seu livro é, além de ensinar sobre finanças, ajudar pessoas a se aposentarem mais cedo, fazendo-as compreender que a verdadeira liberdade financeira é poder fazer o que quiser com o próprio tempo.

Assim, uma leve alteração de mentalidade e planejamento podem não te fazer ter um milhão em cinco anos, mas podem te levar longe!

Financial Freedom - Grant Sabatier

Faça Tempo e Dinheiro!

Ser um bom gestor financeiro vai muito além de poupar dinheiro e ficar rico. Gerir com eficiência é ter autonomia com o próprio dinheiro e tempo para desfrutá-lo.

Esperamos que após a leitura dessas recomendações você se sinta preparado para trilhar o caminho da educação financeira e se livrar das amarras do dinheiro.

Este post foi produzido pela equipe do PocketBook4You, uma plataforma que oferece centenas de resumos de livros dos maiores autores e best-sellers da atualidade, e tem como principal missão levar conhecimento diversificado que se encaixa no dia a dia de cada um dos seus usuários, ao redor do Brasil e do mundo!

Apesar de todas as dificuldades de gerir um negócio, muitos brasileiros ainda sustentam o desejo de abrir uma empresa. Os problemas de gestão financeira podem ser eliminados via softwares específicos e suporte adequado. Mas, antes de tudo isso, é preciso escolher o formato empresarial.

Um dos modelos mais comuns é o LTDA (sociedade limitada). Na prática, isso significa que são necessários, ao menos, dois sócios. O formato EIRELI (empresa individual de responsabilidade limitada) surgiu como alternativa ao LTDA.

Afinal, uma empresa EIRELI exige apenas um proprietário para inaugurar suas atividades. Essa facilidade estimulou muitos empreendedores, que não queriam compartilhar o negócio com uma segunda pessoa. Diante disso, muitos pensam em migrar da LTDA para a EIRELI. Essa alteração é possível.

Como proceder?

Como uma tentativa de desburocratizar o processo de mudança do registro societário, é possível realizar um ato único. Tal possibilidade está prevista na instrução normativa nº 35 do DREI (Departamento de Registro Empresarial e Integral). A instrução existe desde meados de 2017 e também discorre sobre outros aspectos, como a fusão de empresas.

Anteriormente, o empresário era obrigado a efetuar uma modificação no contrato social, informando a decisão de manutenção de apenas um sócio. Em seguida, ele teria de arquivar o ato de substituição da modalidade societária. Logo, eram necessários dois atos.

Há que se observar o que dizem os parágrafos 1, 2 e 3, do Art. 9º da instrução normativa em questão. O § 1informa que o ato único é viável perante a inexistência de pluralidade de sócios na empresa.

O § 2 versa sobre o Art. 1.033 do Código Civil. Segundo o inciso IV do respectivo Art., a empresa LTDA deve, em até 180 dias, dissolver a sociedade, reconstituir a pluralidade societária ou solicitar a conversão do tipo de modelo de sociedade.

O § 3, por fim, informa que a transformação do formato empresarial LTDA para EIRELI pode proceder no mesmo instrumento. Para isso, é necessário que o empreendedor tenha um capital de, pelo menos, 100 vezes o salário mínimo vigente.

Regime Societário

Vale chamar a atenção para um detalhe importante: a legislação trata a EIRELI como um modelo de representação jurídica. Isso significa que o procedimento descrito se refere a uma mudança de registro. Logo, ele não interfere na modificação do regime societário.

O processo de transferência de tipo societário deverá ser devidamente analisado pela junta comercial do estado em questão. Nesse momento, convém contar com todo o suporte jurídico necessário. Isso se justifica pelas dificuldades que podem surgir, como aquela mencionada há pouco.

Com relação às vantagens da mudança de LTDA para EIRELI, uma das principais está ligada à preservação do patrimônio pessoal do proprietário. Isso se aplica a um possível processo de insolvência que a empresa venha a sofrer. Outra vantagem importante é a ausência de um teto de faturamento.

Tudo que você precisa saber para abrir ou alterar uma empresa você encontra aqui na Contmais Assessoria Contábil. Somos um escritório de contabilidade em Campinas interessados em fazer seu negócio crescer.

Fonte: Jornal Contábil

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    A gestão financeira de uma empresa é uma das áreas mais importantes de um negócio, por isso, saber a diferença entre balanço e balancete é essencial. Estes relatórios irão refletir no desempenho e sucesso da empresa, pois, contém informações financeiras da mesma. Por isso, tenha profissionais experientes, com capacidade e conhecimento para realizar esse tipo de documentação.

    Continue acompanhando este artigo e entenda mais sobre balanço e balancete e as diferenças entre cada um.

    Conceito de Balanço

    O Balanço Patrimonial é uma demonstração contábil que apresenta a posição financeira e patrimonial de uma empresa – de forma quantitativa e qualitativa -, em um determinado período. Ou seja, é o principal demonstrativo financeiro de um negócio, pois, oferece uma visão completa do patrimônio do negócio.

    Este relatório irá expor a situação financeira da empresa dentro de um ano, sendo portanto, elaborado no fim de cada exercício social. Ele pode ser elaborado trimestral e anualmente, mas geralmente é elaborado no fim de cada ano.

    Nele, as contas devem ser classificadas segundo os elementos do patrimônio e agrupadas de forma em que o conhecimento da situação financeira seja facilitado. Ele é composto pelas seguintes subdivisões: ativos, passivos e patrimônio líquido.

    Ativos: são todos os bens diretos de uma instituição, como, imóveis, dinheiro em caixa, etc e bens intangíveis, como marcas, patentes e etc.

    Passivos: são todas as obrigações diante de terceiros, como impostos, dívidas, salários, etc.

    Patrimônio Líquido: é o patrimônio da empresa, ou seja, seu valor é a diferença entre o valor do ativo e o valor do passivo.

    Conceito de Balancete

    O Balancete de verificação é um relatório opcional, onde contém saldos de créditos e débitos de todas as contas do plano de contas. Sua referência são  as informações do Livro Razão e o conteúdo aponta a situação contábil em um determinado momento, da instituição.

    Este relatório deixa claro se as finanças estão a favor de seu negócio, ou seja, se há desenvolvimento em suas finanças. O uso deste relatório, geralmente, é apenas interno, sendo de interesse da empresa e de seus gestores, desenvolvê-lo, podendo ser emitido em qualquer período.

    O balancete tem a função de encontrar fraudes e corrigir erros, como:

    • Documentos omitidos;
    • Lançamentos duplicados;
    • Saldos e documentos em conflito.

    Diferença entre Balanço e Balancete

    É possível verificar algumas diferenças entre os dois, pois, o balancete pode ter a alteração em valores. Já o balanço é o relatório final, não podendo ter seus resultados modificados. Ou seja, um pode ser feito ao decorrer de todo o ano, se for de escolha da empresa, mas o outro precisa ser feito no fim de todo ano, para verificação da situação patrimonial da empresa.

    Além disso, a diferença é que o balancete de verificação não é obrigatório para nenhuma empresa, tendo maior liberdade em sua emissão. Já o Balanço patrimonial é obrigatório a toda empresa de capital aberto, PMEs e empresas de grande porte, segundo a Lei n. 6.404/76 e a Norma TH 1000.

    Portanto, a diferença entre balanço e balancete está na obrigatoriedade entre eles, seus valores e informações.

    Tenha um sistema financeiro qualificado e organize sua gestão. A Contmais escritório de contabilidade em Campinas está preparada para atender a sua empresa. Conte com a gente!

    Fonte: Portal Contábeis

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